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10 de ago. de 2012

História da Semana - Michael Phelps

 

Michael Fred Phelps II (Baltimore, 30 de junho de 1985) é um ex-nadador norte-americano. Anunciou sua aposentadoria após participação nos Jogos Olímpicos de 2012, a terceira Olimpíada de sua carreira.[2]



Considerado um dos maiores atletas de todos os tempos,[3][4][5] já quebrou trinta e sete recordes mundiais e conquistou o maior número de medalhas de ouro (oito) olímpicas em uma única edição, feito este realizado nos Jogos de Pequim, na China, em agosto de 2008. Diante de seus resultados, Phelps superou as sete medalhas de ouro do compatriota Mark Spitz conquistadas nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972.[6]

 

Ao obter a sua 19ª medalha olímpica nos Jogos de Londres 2012, tornou-se o atleta mais medalhado da história dos Jogos Olímpicos, batendo o anterior recorde que pertencia a Larissa Latynina, ginasta da União Soviética, que detinha um total de dezoito.[7]

 

Ao ganhar a prova dos 200 metros estilos, nos Jogos Olímpicos de 2012, tornou-se o primeiro nadador do mundo a conquistar o titulo olímpico, três vezes consecutivas na mesma especialidade a nível individual, feito que já tinha realizado em prova colectiva, a estafeta 4 x 200 metros livres.

By: Rafaela

27 de jul. de 2012

História da Semana - NASA



NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration; Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) é uma agência do Governo dos Estados Unidos da América, responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial. Sua missão oficial é "fomentar o futuro na pesquisa, descoberta e exploração espacial".[1] A NASA foi criada em 29 de julho de 1958, substituindo seu antecessor, o NACA - National Advisory Committee for Aeronautics (Comitê Consultivo Nacional para a Aeronáutica).[2][3]



A NASA foi responsável pelo envio do homem à Lua (veja projeto Apollo) e por diversos outros programas de pesquisa no espaço. Atualmente ela trabalha em conjunto com a Agência Espacial Europeia, com a Agência Espacial Federal Russa e com mais alguns países da Ásia e do mundo todo para a criação da Estação Espacial Internacional.


A NASA também tem desenvolvido vários programas com satélites e com sondas de pesquisa espacial que viajaram até outros planetas e até, alguns deles, se preparam para sair do nosso sistema solar, sendo a próxima grande meta, que tem atraído a atenção de todos, uma viagem tripulada até o planeta Marte, nosso vizinho.
A ciência da NASA está focada em uma melhor compreensão da Terra através do Earth Observing System, [4] na promoção da heliofísica através do trabalho do Heliophysics Research Program,[5] na exploração do sistema solar com missões robóticas avançadas, tais como New Horizons,[6] e na pesquisa astrofísica, aprofundando-se em tópicos como o Big Bang com o auxílio de grandes observatórios.[7]

By: Rafaela

21 de jul. de 2012

História da Semana - Dinossauros




Os dinossauros constituem um grupo de diversos animais membros do clado e da superordem dos arcossauros. Eles apareceram no período Triássico há pelo menos 230 milhões de anos[1]. Durante 135 milhões de anos, estes vertebrados tornaram-se o grupo dominante do planeta Terra, num período geológico de tempo que vai desde o início do Jurássico (cerca de 200 milhões de anos atrás) - após a Extinção do Triássico-Jurássico que eliminou a maioria de seus concorrentes pseudosuchia - até o final do Cretáceo (cerca de 65 milhões de anos atrás), quando um evento ocasionou a Extinção Cretáceo-Paleogeno, erradicados todos os dinossauros ao fim da era Mesozóica[1][2][3] - com exceção dos dinossauros aviários. A teoria mais aceita é que o meteorito encontrado na Cratera de Chicxulub, no México, foi o responsável pela extinção dos dinossauros[4][5]. O registro fóssil indica que os pássaros evoluíram dos Terópoda durante o período Jurássico. Alguns deles sobreviveram ao evento de extinção do Cretáceo-Paleogeno, incluindo os ancestrais de todas as aves modernas. Conseqüentemente, nos sistemas de classificação modernos, as aves são consideradas um tipo de grupo de dinossauros[6][7][8].



Os dinossauros são um grupo variado de animais. As aves - mais de 9000 espécies de seres vivos - são o grupo mais diversificado de vertebrados, além dos peixes perciformes. Usando evidência fóssil, os paleontólogos identificaram mais de 500 diferentes gêneros e mais de 1000 espécies diferentes de dinossauros não-aviários[1].



Eles estão representados em todos os continentes por todas as espécie existentes e pelos restos fósseis. Alguns são herbívoros, outros carnívoros. Muitos deles foram bípedes, outros pertencentes a grupos extintos foram quadrúpedes e alguns foram capazes de alternar entre essas posturas corporais. Muitas espécies possuíam estruturas como chifres ou cristas, e alguns grupos pré-históricos chegarem a desenvolver modificações esqueléticas, como armadura óssea e espinhas. Os dinossauros aviários foram os vertebrados dominantes do planeta desde a extinção dos Pterossauros.



Evidências sugerem que todos os dinossauros antigos construíam ninhos e colocavam ovos da mesma forma que as aves fazem hoje. 
Estes animais variavam muito em tamanho e peso: os menores dinossauros adultos foram os terópode com menos de 50 centímetros de comprimento, enquanto as maiores saurópodes podiam chegar a uma altura de quase 60 metros[9].



Embora a palavra dinossauro signifique "lagarto terrível", o nome pode enganar já que os dinossauros não eram lagartos. Em vez disso, eles eram um grupo separado de répteis, com uma postura ereta distinta não encontrada em lagartos. Durante a primeira metade do século 20, a maior parte da comunidade científica acreditava que os dinossauros eram lentos, sem inteligência e com sangue-frio. No entanto, a maioria das pesquisas realizadas desde a década de 1970 indicaram que estes animais eram ativos, com elevado metabolismo e com numerosas adaptações para a interação social. Além disso, muitos grupos (especialmente os carnívoros) estavam entre os organismos mais inteligente do seu tempo.



Desde que os primeiros fósseis de dinossauro foram reconhecidos no início do século XIX, os esqueletos feitos com fósseis ou réplicas destes animais foram as principais atrações em museus ao redor do mundo, tornando os dinossauros parte da cultura mundial. Sua diversidade, o tamanho de alguns grupos, e sua natureza aparentemente monstruosa e fantásticas tem capturado o interesse e a imaginação do público em geral por mais de um século. Eles foram apresentados em livros best-sellers e filmes como Jurassic Park, tendo suas novas descobertas regularmente noticiadas pela mídia.


By: Rafaela

22 de jun. de 2012

História da Semana - Armas



Arma é um objeto usado para atacar ou ameaçar um ser bem como para autodefesa. Pode ter várias utilidades, como caçar, pescar, batalhar, defender-se e etc. Alguém que detenha uma arma está armado, do contrário, desarmado. Armas também podem ser usadas não só em seres como também em objetos, para destruí-los ou danificá-los. Armas são muitas vezes causas de morte: constituem meios para a prática de homicídio e suicídio. São divididas em diferentes tipos, mostrados a seguir:
  • Arma não-letal - Arma capaz de ferir uma pessoa, sem provocar morte. (exemplos: eletrochoque, pistola ou revólver com projéteis de borracha)
  • Arma de efeito moral - Arma destinada a causar grande incômodo para uma pessoa, dificultando sua a reação. (exemplos: barulhos altos ou luzes fortes)
  • Arma química - Arma capaz de irritar ou danificar, por meio de gases e outros elementos, o organismo de uma pessoa. (exemplos: gás de pimenta, gás lacrimogêneo)
Durante milhões de anos da evolução humana o homem viveu com suas armas naturais, ou seja, somente com suas defesas naturais, suas garras e dentes (como os demais animais). Durante o neolítico surgiram as primeiras armas humanas de pedra lascada, pequenos grupos para se defendessem dos predadores, de outros grupos e para a caça criaram ferramentas capazes de causar ferimentos e matar a si e aos demais irmãos, já havia também uma preocupação em torno da defesa de seus pertences.
Com a evolução desses grupos o temor aumentava, pois quanto mais um grupo se desenvolvia, acumulava conhecimentos e posses, maior era a possibilidade de sofrer ataques de grupos rivais que tinham por objetivo tomarem para si tudo aquilo que possuíam, como os alimentos, as fêmeas para procriarem, a melhor caverna, a melhor localização em relação à caça e água, surgindo, dessa forma a necessidades do aperfeiçoamento dos meios de defesa pessoal, bem como do grupo social.
A necessidade de proteção e a tendência a agressões próprias do homem orientaram seus esforços para o desenvolvimento e fabricação de armas. A origem e a sequência dos primeiros meios mecânicos usados nas armas podem apenas ser imaginados, e com certeza surgiram na Pré-História, provavelmente o uso de um galho como prolongamento de suas mãos(garras), braços(lutar) e dentes(rasgar) e para melhorar a eficácia e a potência de uma pedra arremessada com a mão foi o primeiro aperfeiçoamento introduzido no armamento humano, quem sabe logo após eles perceberam que se a pedra fosse lapidada em formas pontudas, cortantes e perfurantes, ela mataria, aleijaria ou paralisaria, mais rapidamente.Assim as armas foram se evoluindo para se tornarem facas, espadas, punhais etc. Paralelamente, eles perceberam que se conseguissem lançar um projétil com precisão, eles poderiam atacar a presa ou inimigo sem se aproximar. Surgiu assim o conceito dos arcos flecha, das bestas, dos bumerangues, etc.
Os dardos e as lanças leves de arremesso apareceram nos primórdios da civilização. A funda, cuja criação é atribuída aos fenícios ou aos habitantes das ilhas Baleares, foi usada como arma de guerra durante séculos.
A evolução humana caminhava vagarosamente, as necessidades eram maiores e o conhecimento restrito, surgindo, na pré-história, o período caracterizado pela generalização do uso de instrumentos metálicos pelo homem, tanto para o ataque como para a defesa. Seu início remonta a mais de 3000 a.C. Surge a idade do cobre, fase do desenvolvimento cultura humano imediatamente posterior ao neolítico, entre o quarto e o segundo milênios antes da era cristã. Foi o primeiro período em que se utilizaram os metais de forma sistemática.
Com a descoberta do metal, principalmente do bronze, fase imediatamente posterior à idade do cobre, onde passou a ser a matéria principal para a fabricação de armas e utensílios, onde foi possível produzir espadas, lanças, facas, pontas de flechas, etc. mais eficientes para a caça e defesa. Com o desenvolvimento desses grupos surge a função específica de defesa do grupo, concedida aos mais bravos e corajosos, surgindo, dessa forma, os exércitos que mantém sua função até os dias de hoje.
A invenção da pólvora pelos chineses revolucionou as armas. Surgiram então os canhões, mosquetes, pistolas, que conseguiam lançar projéteis a velocidades e distâncias antes inimagináveis.
Com a invenção da pólvora foi possível construir aparelhos que arremessavam objetos a distâncias maiores que os aparelhos de energia mecânica, como as catapultas. Surgindo, assim, os canhões, que revolucionaram as batalhas e proporcionaram uma defesa e um ataque muito mais eficiente, tanto aos castelos, como às embarcações, muito bem ilustrados em filmes de época.
Com o desenvolvimento crescente e o passar dos anos os canhões reduziram em tamanho até chegar a uma dimensão que fosse possível ser transportado e manipulado por um só homem, surgindo os mosquetes , as primeiras armas de fogo, que puderam ser consideradas de uso pessoal. Desde então as armas de fogo passaram a equipar desde um pequeno fazendeiro, que necessitasse defender sua família e seus bens, aos grandes exércitos para defenderem nações.
Hoje temos armas complexas e de uma potência extraordinária que não imaginamos e, muitas, sequer tomamos conhecimento. Uma evolução a passos largos, principalmente durante e após a Segunda Guerra Mundial.
Atualmente, com o desenvolvimento de mísseis, da energia nuclear, das engenharias química e biológica, as armas adquiriram um poder de destruição surpreendente

As armas também já causaram mortes de civis, crianças e mulheres que não tem nada a ver com o duelo.

By: Rafaela

8 de jun. de 2012

História da Semana - Trânsito de Vênus



Um trânsito de Vênus é a passagem astronômica do planeta Vênus diante do Sol, visto da Terra, ocultando uma pequena parte do disco solar. Ocorre quando o Sol, Vênus e a Terra se encontram alinhados. Um trânsito de Vênus é semelhante ao eclipse solar pela Lua. Apesar de o diâmetro de Vênus ser quatro vezes maior que o da Lua, aparece bem menor durante o trânsito devido à maior distância entre o planeta e a Terra. O tempo da passagem é medido em horas; a ocorrência de 2004 teve a duração de 6 horas. Antes da era espacial, a observação dos trânsitos de Vênus era utilizada para calcular a distância Terra-Sol pelo método da paralaxe.
Os trânsitos de Vênus estão entre os fenômenos astronômicos previsíveis menos frequentes. Ocorrem numa sequência que se repete a cada 243 anos, com pares de trânsitos espaçados de 8 anos, seguidos de longos intervalos de 121,5 e 105,5 anos. Esta periodicidade é reflexo do fato de que os períodos orbitais da Terra e Vênus mantêm ressonâncias próximas a 8:13 e 243:395. Antes da ocorrência de 2004, o último par de trânsitos ocorreu em dezembro de 1874 e dezembro de 1882. No século XXI, o primeiro trânsito ocorreu em 8 de junho de 2004 e o segundo em 6 de junho de 2012. Após 2012, o próximo par de trânsitos será em 2117 e 2125.[1][2]
Um trânsito de Vênus pode ser observado com segurança tomando-se as mesmas precauções usadas nas observações das fases parciais de um eclipse solar. Olhar diretamente para o disco brilhante do Sol (a fotosfera) com olhos desprotegidos pode rapidamente causar danos oculares sérios e, com frequência, permanentes.[3]

2012

  Solar Dynamics Observatory.     Imagem do trânsito (2012) obtida pela sonda
 
O trânsito do planeta Vênus entre a Terra e o Sol começou pouco depois das 22h03m (UTC) e na comunidade lusófona o evento pode ser observado a partir do Timor-Leste, Macau, extremo oriente de Angola, Moçambique e em 3 estados da região norte do Brasil (Amazonas, Acre e Roraima)[28][29][30]. Em Portugal a transição não pode ser vista, pois o país não estava na zona de observação do fenômeno [31]. Foi observado também na América do Norte, América Central e parte do norte da América do Sul. A Austrália foi o melhor local para acompanhar o fenômeno, com quase sete horas de visibilidade na zona oriental e central do país.[32] O fim do fenômeno foi observado durante a manhã em parte da Europa, Oriente Médio e Ásia meridional. A observação do fenômeno foi dificultada em grande parte da China, devido ao céu encoberto por nuvens, e no leste do Japão, por causa da aproximação de um tufão. Astronautas da Estação Espacial Internacional – o único local com presença humana fora da Terra - também acompanharam a passagem de Vênus. Na maior parte da América do Sul, África ocidental e do sudoeste, o fenômeno não pôde ser observado.[33][34]Algumas organizações festejaram o trânsito de 2012 com grande antecipação, incluindo um grupo que organiza festividades e observações no Taiti.[35] O evento foi uma oportunidade para os cientistas estudarem os movimentos ondulares, as forças gravitacionais, a densidade da atmosfera de Vênus e outros aspectos. Os dados foram recolhidos e os resultados não serão vistos imediatamente, uma vez que os estudos que apresentarão as primeiras descobertas só serão concluídos em meses.[36][37] Calcula-se que a próxima passagem de Vênus entre o Sol e a Terra ocorrerá em 2117.

By: Rafaela

4 de mai. de 2012

História da Semana - Casamento do Príncipe Willian e Kate




O casamento de William (Guilherme) e Catherine (Catarina) Middleton foi um evento britânico de proporções mundiais, sendo assistido por 2,5 bilhões de pessoas em todo o planeta.[1]16 de novembro de 2010 à cerimônia religiosa em 29 de abril de 2011, o assunto tem atraído a atenção do público e da mídia, remetendo ao enlace dos pais do noivo, Carlos, Príncipe de Gales e a falecida Diana, Princesa de Gales.
 
Em 16 de novembro de 2010, a Clarence House anunciou que o Príncipe William de Gales, segundo na linha de sucessão ao trono britânico, estava oficialmente noivo da Senhorita Catherine Middleton, uma plebéia do condado de Berkshire. O casal conheceu-se na faculdade e mantinha um relacionamento de 8 anos.[2]
O príncipe havia pedido a namorada em casamento um mês antes, durante uma viagem ao Quênia, presenteando-a com o mesmo anel de diamantes e safira que seu pai havia ofertado à sua mãe, em seu noivado há 30 anos.[3]
No mesmo dia, os noivos seguiram para o Palácio de St. James para uma coletiva de imprensa, e deram uma entrevista exclusiva para o repórter Tom Bradby, da ITV News.
Os pais da noiva, Michael e Carole Middleton, e a avó do noivo, a Isabel II do Reino Unido, mostraram-se absolutamente "encantados", enquanto o pai do noivo, o Príncipe de Gales, foi um tanto quanto irônico, dizendo que "Eles têm praticado bastante".
Felicitações vieram de autoridades políticas e religiosas, bem como de artistas e populares de todo o mundo.
Em 12 de dezembro foram divulgadas as fotos oficias do noivado, tiradas pelo peruano Mario Testino em 25 de novembro.
Como preparação para a vida que Catherine passaria a ter após o casamento, o casal logo passou a aparecer junto em diversos compromissos oficiais em Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.


A cerimônia religiosa do casamento de William e Catherine teve início às 11 horas da manhã (horário de Londres; mesmo horário em Portugal, 7 da manhã no Brasil) do dia 29 de abril de 2011, na Abadia de Westminster, durando uma hora e quinze minutos.
O Deão de Westminster conduziu o serviço, o Arcebispo da Cantuária casou os noivos e Bispo de Londres, amigo pessoal do noivo, fez uma prece.
Mais de 1 milhão de pessoas foram às ruas para saudar os noivos, aglomerando-se nos arredores da Abadia e do Palácio de Buckingham, ou assistindo por telões no Hyde Park e em Trafalgar Square.[4]

O vestido da noiva, considerado "um segredo de Estado", só foi revelado na ocasião de sua chegada à Abadia de Westminster. O designer foi de Sarah Burton, estilista-chefe da grife britânica Alexander McQueen, um acerto para milhões de apostadores.
O modelo foi em geral bastante elogiado.[5] As mangas de renda foram feitas pela costura do Palácio de Hampton Court.
A tiara usada pela noiva era uma Cartier Scroll 1936, ofertada pela Rainha Elizabeth, que por sua vez a recebera de sua mãe como presente de dezoito anos.
Shane Connolly desenhou o buquê da noiva, o cabeleireiro foi James Pryce e Catherine fez sua própria maquiagem.
O noivo, militar, usava o uniforme de gala de oficial da Guarda Irlandesa.


1900 pessoas foram convidadas para a cerimônia religiosa, sendo elas familiares dos noivos, amigos pessoais, membros de famílias reais estrangeiras, autoridades britânicas, diplomatas e líderes de instituições. Famosos como Elton John, David Beckham e a esposa, Victoria Beckham, Joss Stone e Guy Ritchie foram convidados.[6]

O coro da Abadia de Westminster, o coro da Capela Real do Palácio de St. James, a Orquestra de Londres e a fanfarra da Banda de Música da Força Área Real foram os encarregados da música do casamento real.
A noiva entrou ao som de “I was glad”.
Foram tocadas, ao longo da cerimônia, as canções “Guide me, O Thou Great Redeemer”, "Love Divine, All Loves Excelling", a patriótica “Jerusalem”, “This is the day which the Lord hath made", “Valiant and Brave” e “Crown Imperial”. Antes da cerimônia, foi tocada a folclórica Greensleeves.


O noivo decidiu não utilizar aliança após o casamento, preferindo apenas oferecer um anel à futura esposa. A aliança de Catherine foi feita de ouro galês, um presente da Rainha Elizabeth para o Príncipe William, que ofertou ao neto “um pouco de ouro”. O uso de ouro galês nas alianças já é tradição na Família Real Britânica.

Na manhã do dia 29 de abril, a Rainha Elizabeth II tornou o Príncipe William Duque de Cambridge, Conde de Strathearn e Barão de Carrickfergus.[7]
O título de princesa é dado somente a moças de sangue azul; assim, a noiva não pôde tornar-se Princesa Catherine, tornando-se Princesa William, Duquesa de Cambridge, Condessa de Strathearn e Baronesa Carrickfergus. Catherine também ganhou o estilo de ‘‘Sua Alteza Real’’.[8]


Mais informações em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Casamento_de_Guilherme_de_Gales_e_Catarina_Middleton


By: Rafaela

27 de abr. de 2012

História da Semana - Guitarras *-*

A guitarra elétrica (AO 1945: eléctrica) (também chamada apenas de guitarra) é um instrumento musical pertencente à família das guitarras, cujo som é sempre amplificado eletronicamente. É um Instrumento de cordas (ou cordofone), ou seja, o som é produzido manualmente pela vibração das cordas como no violão, porém é transformado em sinal elétrico devido a ação de captadores magnéticos (na maioria dos modelos).
Os sinais elétricos podem ser simplesmente amplificados e emitidos por um alto-falante que converte os sinais elétricos em ondas sonoras, ou pode ser modificado antes de ser novamente convertido em som pelo alto-falante.
Por sua potência sonora e pela possibilidade de alteração eletrônica de diversas características de seu timbre, as guitarras elétricas são utilizadas principalmente no rock, música pop, blues e jazz, podendo ser encontradas ainda em outros gêneros musicais.

Pode-se dividir as guitarras elétricas em dois tipos básicos: Guitarras Maciças e Guitarras Semi-acústicas.

Guitarras maciças

Tem corpos maciços e, em sua maioria, feitos em madeira. Materiais alternativos como alumínio[1] e fibra de carbono[2] também são usados. Não possuem caixa de propagação acústica, seu som natural é pouco intenso e consegue ter mais sustentabilidade na nota. Podem ter o braço embutido ao corpo (quando inteiramente feito de uma única peça de madeira), colado ou ainda parafusado. Pelo fato de não apresentarem caixa acústica, a madeira com que são construídas é a principal responsável pelo timbre que elas entoarão. As guitarras maciças são preferidas por músicos que necessitem adicionar efeitos sonoros (principalmente distorção) e tem seu uso mais realizado para produção de músicas dos estilos e derivados do rock como o heavy metal. Os modelos mais conhecidos entre as guitarras maciças são as Fender Telecaster e Stratocaster, as Gibson Les PaulSG, bem como as guitarras Ibanez, Jackson, ESP, Washburn, muito utilizadas no heavy metal.

Exemplo de guitarra elétrica maciça Fender Telecaster

Guitarras semi-acústicas

São guitarras que possuem caixa de propagação acústica, seu tamanho é relativamente maior que as maciças e seu som natural também é mais intenso. A abertura acústica pode causar influência na captação elétrica dependendo do tipo do captador usado (maior influência com captadores passivoscaptadores ativos). São guitarras mais usadas sem a adição de efeitos e são preferidas por músicos na produção de músicas jazz e blues tradicional.

A guitarra semi-sólida é uma variação desenvolvida para solucionar os problemas de feedback e microfonia indesejados. É o meio-termo entre instrumento acústico e sólido. É dotado de caixa de propagação acústica com uma peça de madeira interna que estende-se do braço ao fim do corpo. Assim, seu som é uma combinação do timbre característico da guitarra acústica com a sustentação[3] A primeira guitarra deste gênero é a Gibson ES-335, fabricada a partir de 1958. do corpo sólido.
Exempos de guitarras semi-acusticas: uma Epiphone...
...uma Rickenbacker 360...


 Mais informações em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Guitarra_el%C3%A9trica

By: Rafaela

20 de abr. de 2012

História da Semana - Eleição presidencial de Timor-Leste de 2012


A eleição presidencial de Timor-Leste de 2012 foi realizada em duas voltas, em 17 de março e 16 de abril de 2012[1] para escolher um presidente para um mandato de 5 anos. O presidente no cargo, José Ramos-Horta, foi concorrente a um segundo e final mandato presidencial.[2] No entanto, foi o terceiro mais votado na primeira volta, e a segunda volta foi disputada entre Taur Matan Ruak, candidato independente, e Francisco Guterres, apoiado pela FRETILIN, tendo o primeiro vencido a votação decisiva. O candidato independente (apesar de apoiado pelo CNRT de Xanana Gusmão) derrotou Guterres por uma diferença superior a 100 mil votos.[3][4]

 By: Rafaela